Politicando
Paulo Dantas pode ser o sucessor de Marcelo Victor na presidência da ALE
Saída de parlamentares para a Câmara Federal coloca Dantas como prioridade
Com a saída de muitos parlamentares para disputar uma vaga na Câmara Federal, o deputado estadual Paulo Dantas (MDB) surge como principal opção para assumir a cadeira de presidente da Assembleia Legislativa Estadual (ALE).
Isso por que o atual presidente da Casa de Tavares Bastos, Marcelo Victor (Solidariedade), é cotado para assumir o governo de Alagoas com a possível candidatura do governador Renan Filho (MDB) ao Senado, ou pode disputar o mandato de deputado federal.
Como primeiro-secretário da ALE, Paulo Dantas conquistou o respeito e credibilidade dos vinte e seis parlamentares, por sempre honrar todos os seus compromissos como portador da chave do cofre do Poder Legislativo estadual na legislatura passada.
Paulo Dantas também é conhecido por ser uma grande liderança do Sertão do Estado. O parlamentar conta com o apoio dos prefeitos Theobaldo Cintra (Major Izidoro), Zé Luiz (Olho D´água das Flores), e Marina Dantas (Batalha).
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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