Politicando
Collor faz declaração polêmica sobre articulação política de Renan Filho
“Se a investida que a família tem pra fazer é essa, lascou-se”
Achando insuficientes os ataques feitos pelos veículos de comunicação de sua propriedade ao governo de Alagoas, o senador Fernando Collor (PROS) tem usado as redes sociais para zombar da capacidade de articulação política do governador Renan Filho (MDB), seu possível adversário na disputa pela única vaga do Estado no Senado Federal, em 2022.
Collor comentou a matéria do 7Segundos intitulada “Collor perde o PROS para advogado alagoano e será forçado a trocar de partido”, que destacou o fato de o novo presidente da legenda ter fortes ligações com a família Calheiros, o que está sendo considerado como um contra-ataque pelas acusações feitas pelo ex-presidente da República.
Nos comentários da publicação da matéria feita no Instagram, o senador minimizou a capacidade de articulação política do grupo Calheirista. “Se a investida que a família tem pra fazer é essa, lascou-se”, escreveu Collor com emotions de risos.
Os internautas dividiram opiniões sobre o posicionamento do senador alagoano. “Collor é um político ultrapassado só tá mamando na teta do povo alagoano”, escreveu @aloiso.santos. Já @claudejean71 ironizou: “Fala sério!! Collor ainda existe?”. A conta de @abimael_souza_ disse que Collor “tem um nível de educação além do que a oposição consegue”.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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