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Ronaldo Lessa pode deixar Maceió sem vice-prefeito a partir de 2022

Ex-governador deverá disputar única vaga no Senado Federal

06/07/2021 16h04
Ronaldo Lessa pode deixar Maceió sem vice-prefeito a partir de 2022

Está cada vez mais forte o nome do vice-prefeito de Maceió, Ronaldo Lessa (PDT), como candidato ao Senado, em 2022.

O ex-governador teria o apoio do prefeito JHC (PSB) e do senador Rodrigo Cunha (PSDB) - que ensaia candidatura ao governo do Estado.

Lessa deverá enfrentar dois candidatos considerados fortes: Renan Filho (MDB) e Fernando Collor (PROS).

Apesar da força dos possíveis adversários, o vice-prefeito de Maceió surge como uma terceira via com chances de vitória. Embora as pesquisas coloquem Renan Filho e Collor como favoritos.

Caso Ronaldo Lessa conquiste o cargo de senador, Maceió fica sem um vice-prefeito, a partir de 2022.

Situação semelhante aconteceu quando o então vice-governador de Alagoas, Luciano Barbosa (MDB), assumiu o cargo de prefeito de Arapiraca no início deste ano.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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