Politicando
Fábio Costa, Ronaldo Lessa e Renan Filho deixam Collor preocupado com reeleição
Ex-presidente pode encerrar carreira política contra a própria vontade
Os novos nomes que poderão entrar na disputa pela única vaga no Senado Federal em 2022 tem deixado o senador Fernando Collor (PROS) preocupado com sua reeleição.
O ex-presidente tem dado mais tempo às suas atividades políticas no estado, deixou a obsessão em defender o presidente Bolsonaro um pouco de lado, e está tentando ampliar as bases políticas.
Isso se deve ao surgimento dos nomes do vereador delegado Fábio Costa (PSB) e do vice-prefeito de Maceió Ronaldo Lessa (PDT) como possíveis candidatos. Sem falar do governador Renan Filho (MDB), que também pode entrar na disputa.
As pesquisas têm mostrado que o cenário não é favorável para Collor, e o ex-presidente pode ter o ano de 2022 como o fim da sua carreira política, caso não consiga a reeleição.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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