Politicando
Período eleitoral pode dar baixa no primeiro escalão do Governo de AL
Expectativa é de que 10 secretários disputem as eleições de 2022
A eleição do próximo ano poderá influenciar diretamente na composição do primeiro escalão do Governo de Alagoas. Dos 20 secretários, pelo menos 10 deverão disputar uma vaga na Câmara Federal ou na Assembleia Legislativa Estadual (ALE).
Alexandre Ayres (Saúde), Alfredo Gaspar (Segurança Pública), Arthur Albuquerque (Trabalho e Emprego), Rafael Brito (Educação), Maurício Quintela (Infraestrutura), Melina Freitas (Cultura), Maykon Beltrão (Agricultura), Fernando Pereira (Meio Ambiente), Fabiana Pessoa (Assistência Social) e Marcius Beltrão (Turismo) são cotados como possíveis candidatos.
Alguns desses nomes dizem que o momento ainda não é oportuno para discutir política, mas estão nas ruas tentando melhorar a imagem diante da opinião pública. Dos 10 secretários, apenas Maykon Beltrão tem confirmado que não será candidato a nenhum cargo eletivo em 2022. Os demais ficam em cima do muro aguardando uma posição do governador Renan Filho (MDB), que de fato tomará a decisão final a respeito do assunto.
Caso a maioria das candidaturas sejam confirmadas até o próximo ano – abril é o prazo máximo para a desincompatibilização de cargos públicos – Renan Filho terá que buscar novos nomes para colocar nos cargos mais importantes da administração estadual. O detalhe é que ele terá que buscar pessoas que não tenham apenas perfil técnico, mas político que atenda os aliados – principalmente as vésperas da eleição.
A bolsa de apostas no mercado do voto está a todo vapor.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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