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Secretários estaduais disputam internamente apoio de Renan Filho para eleições de 2022

Governador já tem nomes para a ALE e Câmara Federal

29/09/2021 17h05 - Atualizado em 29/09/2021 18h06
Secretários estaduais disputam internamente apoio de Renan Filho para eleições de 2022

As eleições de 2022 estão trazendo bons resultados para o Governo Estadual. Isso por que os secretários estaduais que pretendem disputar um mandato no próximo pleito estão trabalhando mais para chamar a atenção do governador Renan Filho (MDB).

São cerca de 10 integrantes do primeiro-escalão do Governo que estão de olho numa vaga na Assembleia Legislativa Estadual (ALE) ou na Câmara Federal.

Todos, sem excessão, estão intensificando suas ações e o uso das redes sociais para apresentar resultados com o objetivo de ganhar a simpatia do eleitorado e a atenção de Renan Filho.

Vale destacar, porém, que a família Calheiros já tem um nome para a cadeira da família na ALE. É o ex-prefeito do município de Murici, Remi Calheiros.

Os secretários estaduais que colocarão seus nomes nas urnas nas eleições de 2022 estão em busca da “sobra” das bases que a família Calheiros tem pelo Estado.

Nos bastidores, a informação é que Renan Filho tem a preferência por alguns nomes: Alexandre Ayres (Saúde), Alfredo Gaspar (Segurança Pública) e Rafael Brito (Educação).

Nessa disputa interna, quem ganha é o povo, com o esforço do corpo técnico do Governo para apresentar resultados em busca de votos e da atenção do governador.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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