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Renans terão encontro com Lula para discutir formação de palanque para 2022

Família Calheiros tem ligação histórica com ex-presidente da República

06/10/2021 16h04
Renans terão encontro com Lula para discutir formação de palanque para 2022

O governador Renan Filho e o senador Renan Calheiros, ambos do MDB, estão com data pré-agendada para uma reunião com ex-presidente Lula (PT). Em pauta, as eleições de 2022.

A cada dia, a possibilidade de Renan Filho fazer parte da chapa presidencial na condição de vice-presidente é cada vez mais real, segundo analista políticos.

Caso não decole a ideia de vice de Lula, ainda existe a hipótese de o governador de Alagoas ser o coordenador da campanha de Lula no Nordeste. E, caso a vitória do petista se concretize, Renan Filho pode ganhar um ministério com as bençãos do pai.

A ligação entre Lula e Renan Calheiros é antiga, desde os tempos dos movimentos estudantis. Isso facilita a possível inserção do filho do senador no Governo Federal, caso o grupo seja vitorioso nas eleições de 2022.

Renan Filho ainda ensaia uma candidatura ao Senado, onde terá como principal adversário o senador Fernando Collor (PROS).

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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