Politicando
Dr Wanderley tem nome rejeitado ao cargo de vice-governador
Cardiologista foi indicado pelo Governador Renan Filho
O renomado cardiologista José Wanderley Neto (MDB) era o preferido da família Calheiros para assumir o posto de candidato a vice-governador nas eleições de 2022. Mas a indicação foi rejeitada pelo grupo que busca um entendimento para a chapa majoritária.
A informação é de que, apesar de ser um bom nome, Dr Wanderley não atenderia ao grupo político do deputado federal Arthur Lira (Progressistas), nem a ala mais jovem do MDB.
Como supostamente o nome deputado estadual Paulo Dantas (MDB) foi o escolhido pelos Calheiros como o candidato ao Governo, a indicação de Dr Wanderley como vice não agregaria.
Caso a aliança entre Calheiros e Lira se concretize, o presidente da Câmara Federal fica com a responsabilidade de escolher o vice-governador da chapa.
Embora esteja filiada ao MDB, a deputada estadual Jó Pereira tem a confiança e a preferência de Lira para compor a chapa majoritária na condição de candidata à vice. Se ela irá aceitar ou não, é outra história!
Com a possibilidade de ser o vice na chapa majoritária do grupo situacionista, Dr Wanderley já confirmou que disputará uma vaga na Assembleia Legislativa Estadual (ALE). Seu principal cabo eleitoral deverá ser o filho, Hugo Wanderley, que é prefeito de Cacimbinhas e presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA).
Dr Wanderley foi candidato à prefeitura de Maceió em 2004, ficando em terceiro lugar na eleição. Foi vice-governador de Alagoas de 2007 a 2011, na gestão de Teotônio Vilela Filho (PSDB).
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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