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Ex-mulher de Collor pede bloqueio do valor de ação judicial para pagar pensão alimentícia atrasada

Senador tem débito de cerca de R$ 512 mil

30/11/2021 17h05
Ex-mulher de Collor pede bloqueio do valor de ação judicial para pagar pensão alimentícia atrasada

A ex-esposa do senador Fernando Collor (PROS), Rosane Malta, ingressou na Justiça para receber o valor que está em atraso de pensão alimentícia. Ela quer o bloqueio dos valores de uma ação judicial em que o ex-presidente da República saiu vitorioso.

De acordo com a revista Veja, Ciro Gomes foi condenado a pagar R$ 400 mil de indenização. O processo é referente ao fato de que na eleição presidencial de 1989, Gomes chamou Collor de “playboy safado” e “cheirador de cocaína”.

Com o processo transitado julgado desde 2018, a juíza Paloma Carvalho, da 5ª Vara Cível de São Paulo, determinou que a Caixa Econômica terá preferência para receber a quantia levantada em leilão, devido a um empréstimo obtido por Ciro junto ao banco, em maio deste ano.

Rosane Malta solicitou que esses valores sejam bloqueados para o pagamento de uma dívida atrasada em cerca de R$ 572 mil reais referente a pensão alimentícia que, segundo ela, Collor deixou de pagar.

O senador chegou a recorrer da ação de Malta, mas o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) negou na semana passada o pedido para a suspensão do bloqueio.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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