Politicando
Senador Renan defende candidatura de Lula, caso MDB não apresente nome viável
Governador Renan Filho também participou do encontro
Aconteceu nesta segunda-feira (31), em São Paulo, o encontro do senador Renan Calheiros e do governador Renan Filho, ambos do MDB, com o pré-candidato à presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Através das redes sociais, o parlamentar alagoano publicou um registro da reunião com o ex-presidente da República e o colocou como melhor opção, caso o MDB não apresente um nome mais viável.
“Tive uma conversa com presidente Lula sobre Democracia, institucionalidade, economia e eleição. A última arruinou o Brasil. Pessoalmente defendo que se o MDB não tiver um candidato competitivo é mais consequente uma aliança com Lula”, escreveu.
No final dessa semana, o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, esteve reunido em Alagoas com alguns membros da Executiva da legenda para discutir a participação nas eleições deste ano. Renan Calheiros e Renan Filho não estiveram presentes.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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