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Arthur Lira deverá indicar Théo Fortes ou Sérgio Toledo para comandar União Brasil em AL

Presidente da Câmara Federal já teria entendimento com presidente nacional da legenda

17/03/2022 17h05
Arthur Lira deverá indicar Théo Fortes ou Sérgio Toledo para comandar União Brasil em AL

O presidente da Câmara Federal, Arthur Lira (Progressistas), conseguiu mostrar que vai usar toda a sua influência em Brasília para comandar a Executiva do União Brasil (UB) em Alagoas. A nova legenda, que surgiu com a fusão de DEM e PSL, estava para ser entregue ao presidente da Assembleia Legislativa Estadual, Marcelo Victor (SDD), que teve seus planos frustrados por Lira.

Nos bastidores, a informação é de que Arthur Lira aguarda um “pedido de desculpas” de Marcelo Victor para que ele possa rever a situação. Além disso, Victor deverá seguir as regras que Lira determinar. Caso contrário, o presidente da Câmara já tem duas opções para indicar para presidir o UB.

Lira estaria decidindo se entrega o UB ao deputado federal Sérgio Toledo (PL) ou ao ex-vereador por Maceió Théo Fortes (PSC). Toledo é candidato à reeleição e terá dificuldades para compor uma chapa viável no atual partido que está filiado. Já Fortes, ganhará visibilidade para tentar ter de volta um mandato.

Uma coletiva de imprensa está programada para esta sexta-feira (18), onde Arthur Lira irá revelar os partidos que irão compor a sua base política para as eleições deste ano. Além disso, o parlamentar deverá informar qual será seu candidato ao Governo de Alagoas.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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