Politicando
Renato Filho deve deixar o MDB até sábado
Prefeito do Pilar pretendia disputar o governo de Alagoas pela legenda calheirista
A decisão do governador Renan Filho em apoiar o deputado estadual Paulo Dantas para a sucessão estadual desagradou o prefeito do Pilar, Renato Filho. Mesmo recém-filiado ao MDB, o gestor deverá deixar a legenda até este sábado (26).
Nos bastidores, a informação é de que a vaga de vice-governador na chapa do grupo situacionista chegou a ser oferecida, mas Renato do Pilar teria dito que abre mão de ser candidato ao Governo.
Naturalmente afastado do seu projeto político, Renato Filho deverá permanecer na prefeitura, mas não continuará na legenda Calheirista. Se ele fosse entrar na disputa majoritária teria de renunciar ao mandado no Pilar.
Recentemente, Renato recebeu - com tapete vermelho - no Pilar o presidente da Câmara Federal, Arthur Lira, sinalizando uma possível filiação ao Progressistas.
Já a mãe do prefeito, deputada estadual Fátima Canuto, tem sua filiação ao MDB considerada como certa pelos Calheiros. No entanto, a possibilidade de ela ingressar em outra sigla não está descartada.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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