Politicando
Reeleição de Paulão é sacrificada e PT cobra indicação do vice de Paulo Dantas
Chegada de Sérgio Toledo ao PV prejudicou projeto político de petista
A filiação do deputado federal Sérgio Toledo ao Partido Verde (PV) prejudicou o projeto de reeleição do também deputado Paulão (PT). Isso ocorre pelo fato de os partidos de esquerda estarem formando uma federação que, de acordo com analistas políticos, só conseguirá conquistar apenas uma cadeira na Câmara Federal.
Toledo possui bases robustas por todo o Estado e suporte financeiro com folga. Já Paulão, não tem nem de longe a mesma estrutura. Ou seja: entre os dois, a vaga seria do neoesquerdista – que deixou o bolsonarismo de lado por “sobrevivência política”.
A filiação de Sérgio Toledo ao PV só foi possível graças a uma articulação feita pelo senador Renan Calheiros (MDB). Cientes dos cálculos e da possível (previsível?) derrota de Paulão nas urnas, o PT tem atuado para indicar o nome do candidato a vice-governador na chapa majoritária encabeçada pelo deputado estadual Paulo Dantas (MDB).
Entre os que rejeitam a indicação do PT está o ex-governador e pré-candidato ao Senado, Renan Filho (MDB) – que tem preferência pelo ex-secretário estadual da Educação, Rafael Brito (o Tio Rafa).
Com seu mandato “sacrificado” Paulão tem recorrido ao ex-presidente Lula para que ele convença Renan Filho e Renan Calheiros a aceitarem a indicação do PT para a vaga de vice-governador na chapa do grupo situacionista.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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