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Régis diz que governador tampão “vai apenas cumprir tabela constitucional”

Dirigente do Cidadania destaca que eleições gerais merecem prioridade

04/05/2022 07h07
Régis diz que governador tampão “vai apenas cumprir tabela constitucional”

Presidente da Executiva estadual do Cidadania e pré-candidato ao Governo de Alagoas, o ex-deputado federal Régis Cavalcante revelou, em entrevista ao 7Segundos nesta terça-feira (03), que não irá se posicionar a respeito da eleição indireta que irá escolher o governador e o vice para um mandato tampão.

Segundo ele, “o governador tampão irá apenas cumprir tabela constitucional”. Cavalcante colocou as eleições gerais de outubro próximo como prioridade. Ele também enfatizou a importância do voto popular para a escolha dos representantes para os Poderes Executivo e Legislativo do país e dos estados.

O nome de Régis Cavalcante foi citado como possível apoiador do nome do senador Rodrigo Cunha (UB) para o Governo tampão. Veterano na política, o ex-parlamentar descartou apoiar qualquer nome posto para a eleição indireta.“Isso não é verdade! Em nenhum momento falei a respeito desse assunto”, revelou.

Outro ponto questionado pela reportagem foi sobre a possibilidade de a deputada estadual Jó Pereira (PSDB) ser candidata ao cargo de vice-governador. De acordo com ele, não há nenhum fator impeditivo, contanto que ele - enquanto dirigente partidário da federação - participe dos debates para a possível composição com outras siglas.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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