Politicando
Sem trabalhar: Cunha diz que deputados estaduais tentam prejudicar governador Klever Loureiro
Senador usou as redes sociais para fazer apelo por quórum na ALE
O senador e pré-candidato ao Governo de Alagoas, Rodrigo Cunha (União), usou as redes sociais para chamar a atenção da população a respeito da ausência de sessões ordinárias na Assembleia Legislativa Estadual (ALE).
Rodrigo Cunha lamentou o fato de os parlamentares estarem “de braços cruzados”. “Percebi que está foi mais uma semana em que a Assembleia Legislativa não trabalhou, ou seja, que os deputado ficaram de braços cruzados. O que é lamentável”, disse através de vídeo.
Segundo o parlamentar, já é a quarta sessão que não há quórum suficiente para a abertura dos trabalhos. “Não consegue reunir, no mínimo, nove deputados par abrir a sessão”, destacou.
Cunha foi além ao insinuar a possibilidade de uma manobra realizada com o intuito de prejudicar o governador em exercício, Klever Loureiro. “Não sei qual a intenção disso. Até espero e imagino que não seja uma tentativa de prejudicar o atual governador, que vem, sim, fazendo um trabalho necessário é importante, que é trazer segurança para o nosso povo”.
Por fim, o senador fez um apelo para que na próxima semana os deputados estaduais voltem a trabalhar. “Não há motivos para que isso não aconteça”, concluiu.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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