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Superintendente da Codevasf rebate ataque de Renan Calheiros sobre compra superfaturada de caminhões compactadores

Joãozinho Pereira disse compras são auditadas por órgãos de fiscalização da União

23/05/2022 17h05 - Atualizado em 23/05/2022 17h05
Superintendente da Codevasf rebate ataque de Renan Calheiros sobre compra superfaturada de caminhões compactadores

“O momento do embate político vai chegar, aí o povo de Alagoas vai saber onde realmente teve compras superfaturadas”. Este é um trecho da resposta que o superintendente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Paraíba em Alagoas (Codevasf), Joãozinho Pereira, deu neste domingo (22) ao senador Renan Calheiros (MDB) sobre as acusações de superfaturamento na compra de caminhões compactadores de lixo.

Através de suas redes sociais, o senador alagoano disse que o presidente, Jair Bolsonaro (PL), e o presidente da Câmara Federal, Arthur Lira (Progressistas), teriam sido descobertos em suposto novo esquema de corrupção em compras superfaturadas de caminhões de lixo. “É mais um lixo podre e fétido que vem do orçamento secreto, no qual chafurdam seu projeto de poder”, escreveu.

Pereira rebateu Calheiros garantindo que o processo licitatório para a compra dos equipamentos são auditados por todos os órgãos de fiscalização da União. “Aqui não tem nada de errado! Aqui produzimos e fazemos entregas a muitos municípios do nosso Estado”.

Por fim, Joãozinho Pereira se colocou à disposição e destacou a atuação parlamentar de Arthur Lira. “Desconheço na história de Alagoas, um Deputado Federal trabalhar mais que Arthur Lira. O momento do embate político vai chegar, aí o povo de Alagoas vai saber onde realmente teve compras superfaturadas. Estou a disposição para qualquer esclarecimento, forte abraço”.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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