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No Twitter, presidente do Senado Federal se solidariza a Cunha e cobra punição aos agressores

Rodrigo Pacheco diz que repudia a violência, em suas variadas formas, ainda mais neste período eleitoral

16/08/2022 17h05 - Atualizado em 16/08/2022 17h05
No Twitter, presidente do Senado Federal se solidariza a Cunha e cobra punição aos agressores


O presidente do Senado Federal Rodrigo Pacheco (PSD), Rodrigo Pacheco, usou o Twitter para demonstrar solidariedade ao senador e candidato ao Governo de Alagoas, Rodrigo Cunha (União Brasil), que denuncia ter sofrido agressões por parte do delegado da Polícia Civil e titular da Secretaria de Prevenção A Violência (Seprev), Kelman Vieira, no estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca, durante partida do ASA contra o Rio Branco-AC, em partida válida pela Série D do Brasileirão, no último domingo (14).

“Em nome da Presidência do Senado, solidarizo-me com o senador licenciado Rodrigo Cunha, em razão das agressões que sofreu, no último domingo (14), enquanto assistia a uma partida de futebol, em Alagoas”, diz Rodrigo Pacheco em postagem no Twitter.

Rodrigo Pacheco ainda pede punição para os agressores. “Os agressores precisam ser responsabilizados. Reitero o meu repúdio à violência, em suas variadas formas, ainda mais neste período eleitoral, pois devemos prezar pelo entendimento, diálogo e pacificação”, completou Rodrigo Pacheco, no Twitter.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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