Politicando
Collor diz ter orientado Bolsonaro a formar base para evitar impeachment
O senador licenciado disse que sugeria a criação de uma aliança no Congresso Nacional
O candidato ao Governo de Alagoas Fernando Collor de Mello rebateu as informações de que criticava o presidente Jair Bolsonaro, no início da gestão, afirmando que tecia comentários com o objetivo de orientá-lo a para formar uma base de sustentação no Congresso Nacional. O senador licenciado disse que seu objetivo era evitar que o chefe da Nação sofresse um impeachment, assim como aconteceu com ele.
“Eu falava muito, o presidente precisa acordar. Presidente acorde, presidente monte sua base de sustentação. Não deixe fugir de suas mãos essa relação que tem que ter entre o Executivo e o Legislativo na questão específica de governar. Eu falava sobre isso, mas o pessoal levava como uma crítica”, disse Collor em entrevista ao radialista Ângelo Farias, no programa Na Mira da Notícia, na rádio 96 FM.
De acordo com Collor, a falta de aliança teria sido a causa do seu impeachment. “Eu fui afastado da Presidência da República em função de não ter dado atenção a composição majoritária dentro do Congresso Nacional, aos deputados federais e senadores, para apoiar as propostas e os projetos. E isso levou a essa falta de conexão falta de adesão a mim por parte dos senadores e deputados federais foi o que levou o meu afastamento. Então eu estava vendo muito claro diante de mim”, disse.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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