Politicando
Cunha se coloca como líder legítimo para fazer uma nova Alagoas
De acordo com o senador licenciado, o Estado vai crescer com ele sendo eleito e com a parceria com JHC
"E para fazer uma nova Alagoas, eu surjo, nesse momento, sendo um novo líder que chegou aqui de maneira legítima”, disse Rodrigo Cunha, candidato ao Governo de Alagoas pelo União Brasil, em entrevista ao Programa Notícia da Manhã, da rádio Antena 7, na manhã desta segunda-feira (22). Além disso, o senador licenciado afirmou que sendo eleito haverá uma parceria com a Prefeitura de Maceió para resultar no desenvolvimento do Estado.
“Maceió não tem governador parceiro da cidade. O que se tem é uma birra uma rixa. E vamos quebrar essa corrente. JHC é um parceiro nosso. Ele está de cabeça em nossa caminhada. Eu tenho vários projetos que eu fiz e ele está executando. O desenvolvimento é quando soma e não quando divide”, disse Rodrigo Cunha.
Ainda em relação a atuar em união com outras esferas governamentais, Rodrigo Cunha chegou a criticar o governador licenciado Paulo Dantas que demostraria ter orgulho de não receber recurso federal. “O governador tem orgulho para dizer que não recebe recurso federal. Ninguém viu uma foto do governador tampão com o ministro durante as enchentes. Alagoas não é alto suficiente ninguém não é forte sozinho, disse.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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