Politicando
Collor e Cunha decidem não usar fogos de artifícios em eventos de campanha
Os senadores licenciados e candidatos ao Governo de Alagoas publicaram decisão em suas redes sociais
Os senadores licenciados Rodrigo Cunha (União Brasil) e Fernando Collor (PTB) e candidatos ao Governo de Alagoas decidiram que não utilizarão fogos de artifícios durante os eventos de campanha que promoverem. A medida, que é recomendação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AL), que embora a legislação não proíba o uso desses artefatos, visa se sensibilizar com o caso do pai que relatou através de vídeo publicado em rede social o desespero do filho autista durante queima de fogos em comícios, em Maceió.
“Está decidido: ‘Não vamos utilizar fotos de artifício em eventos de campanha. A decisão foi tomada com o objetivo de resguardar a dignidade e a paz dos alagoanos, incluindo os animais. O dano é muito maior que qualquer espetáculo. Seguirei ouvindo e dialogando com a população”, escreveu Rodrigo Cunha, em seu Twitter e repostado em sua página do Instagram.
“Apoiamos a sugestão do Tribunal Regional de Alagoas de disciplinar a utilização de fogos de artifícios durante o período eleitoral. A nossa posição está conectada com as solicitações de pais e mães, cuidadores de idosos e tutores de animais que sofrem com o barulho provocado”, escreveu Fernando Collor, em seu Twitter e repostado em sua página do Instagram.
O TRE-AL encaminhará a orientação aos juízes e promotores eleitorais, bem como aos representantes de partidos, coligações e federações, recomendando-os a utilização dos fogos de artifício durante o período eleitoral. Segundo o presidente do TRE-AL, desembargador Otávio Praxedes, embora a legislação não proíba a utilização dos fogos de artifícios, a Justiça Eleitoral do Estado se sensibilizou com a repercussão nas redes sociais quanto aos danos que esses artefatos podem causar a crianças autistas e animais.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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