Politicando
Collor diz tentar trazer Bolsonaro para Alagoas no dia 7 de setembro
Candidato ao Governo do Estado que estabilizar ainda mais imagem de represente do presidente
O presidente Jair Bolsonaro e candidato à reeleição pode estar em Alagoas no próximo dia 7 de setembro. A informação foi dada pelo candidato ao Governo de Alagoas Fernando Collor de Mello (PTB), na manhã desta quinta-feira (25), em entrevista à Rádio Nova Farol, emissora filiada à Rede Antena7 de Rádios. O senador licenciado disse que vai tentar trazer Bolsonaro para o Estado.
Caso Collor consiga trazer Bolsonaro para Alagoas no dia 7 de setembro, Fernando Collor estabilizará ainda mais a imagem de representante do presidente da República em Alagoas. O senador licenciado já declarou que é o único candidato no Estado que levantou o palanque de Bolsonaro no Estado.
Para se ter ideia do palanque bolsonarista que Collor tem montado no Estado, nos últimos dias o candidato ao Governo de Alagoas ganhou o reforço dos candidatos a deputado federal João Catunda e o delegado Fábio Costa, que apesarem de serem do PP, defendem ideais conservadores e de direita.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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