Politicando
Nos bastidores, Renan Calheiros e Arthur Lira fazem 'quebra de braço'
Os dois buscam nas entrelinhas deste pleito mostrar quem é o mais forte na política alagoana
Nas eleições presidenciáveis há a nítida polarização entre Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Mas em Alagoas há dois grandes grupos políticos que disputam, desapercebidamente, entre si e não dialogam, pois estão sempre fechados em suas convicções. Trata-se do deputado federal Arthur Lira (PP) e do senador Renan Calheiros (MDB). E a chamada “quebra de braço” que vai definir que é mais forte são as eleições. Portanto, as entrelinhas do resultado deste pleito vão revelar quem sairá mais fortalecido.
Para se ter ideia esta polarização pouco visível que está sendo travada sem tantos holofotes. Arthur Lira defende as candidaturas de Bolsonaro à reeleição no Presidência da República; de Rodrigo Cunha (União Brasil), ao Governo do Estado, e do candidato a senador Davi Filho. Por outro lado, Renan Calheiros faz campanha para Lula a presidente do Brasil e para Paulo Dantas, à reeleição ao Palácio República dos Palmares, e luta para que Renan Filho ocupa uma vaga no Senado Federal.
Além da amostra do poderio e dependendo do resultado que venha favorecer a cada um deles neste pleito, poderemos entender o resultado do jogo político e o que deveremos ter nas eleições municipais em 2024.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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