Politicando
Arthur Lira faz pacto com Marcelo Beltrão e diz que tem votos de Marechal a Feliz Deserto
Candidato à reeleição à Câmara Federal diz que não estão na política para brincar
O presidente da Câmara Federal, Arthur Lira (PP), fez um pacto com o prefeito de Coruripe Marcelo Beltrão, em evento realizado no último sábado (27), na cidade do litoral Sul. Na oportunidade, o deputado federal e candidato à reeleição disse que tem o apoio de todos os prefeitos que administram desde Marechal Deodoro a Feliz Deserto. Ele disse ainda que não representa a nova e nem a velha política, mas a política que denominou de correta e sincera.
Classificando o pacto de parceria-política-pública, Arthur Lira prometeu que não faltará apoio a administração de Marcelo Beltrão. “Nós não vacilamos nos nossos compromissos, principalmente, em praça pública. E é com muita felicidade que faço publicamente essa parceria. Eu não costumo fazer palanque falando mal de ninguém nem de nada. Essa situação de chegar esculhambando os outros é coisa de quem não fez nada nos últimos quatro anos. Eu sempre digo: quem tem medo de eleição é quem não trabalho. A eleição ela podia ser amanhã, e se for em Coruripe, pode ser hoje à noite”, disse.
Arthur Lira chegou a ressaltar que não brinca de fazer política. “Não ando com brincadeira. Faço política séria. Não faço a nova política nem a velha política. Faço a política correta, que é a única que muda a vida das pessoas. É a política da sinceridade e isso me orgulha muito”, disse.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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