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A um mês das eleições, surge a estratégia de falar mal do outro

Ataques pessoais começarão a aparecer nesta fase do pleito eleitoral

01/09/2022 18h06
A um mês das eleições, surge a estratégia de falar mal do outro

Setembro chegou. Sob o olhar da política, falta praticamente um mês para as eleições. O tempo fica cada vez mais curto para os candidatos ao Governo de Alagoas e para os postulantes aos cargos de deputados estadual e federal e senador. A essa altura do campeonato pode ou não haver reversão no cenário político. O que pode alterar é o acerto na estratégia de campanha.

Dentro do período eleitoral, há as diferentes etapas de campanha. Tudo inicia com o trabalho para agregar apoio, passando em seguida é o momento das convenções, que surgem com toda pompa, chegando às caminhadas, repletas de discursos e promessas, bem como alguns ataques à adversários. Por fim, já na reta final, próximo ao pleito, surgem os debates, que muitas vezes são realizados por ataques pessoais entre os candidatos. Ou seja, chega a hora da estratégia de falar mal do outro.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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