Politicando
Segurança pública: entre fatos e argumentos
Diz o ditado popular: contra fatos não há argumentos. Dos vários temas de relevância social, a segurança pública tem sido um dos mais abordados entre os candidatos ao Governo de Alagoas.
Há postulantes ao Palácio República dos Palmares que afirmam não enxergar melhorias, ações e política públicas para combater à violência. Por outro lado, são inauguradas delegacias especializadas, como a da Mulher e a das Minorias; os centros integrados de polícia - CISPS, que já somam 45; criação da Sala Lilás, que oferece assistência humanizada ao público feminino, promoções de militares, melhoria nos salários, as "amarelinhas" da Força Tarefa. Além disso, Alagoas alcançou em agosto a maior redução de homicídios na série histórica.
E como já diz o ditado popular: contra fatos não há argumentos. Além das delegacias especializadas que estão à disposição dos alagoanos para o combate a violência, o Estado conseguiu, de forma inédita em dez anos de levantamento, reduzir os índices de criminalidade em 54,5%. Diante desse cenário, a segurança pública não é um tema frágil como tentam vender alguns candidatos.
O reconhecimento dos adversários pode até não se ter, mas as eleições são definidas pelo povo; este mesmo povo formado, em sua maioria, por mulheres, e com grande destaque pelas minorias, que estão se sentido mais seguras e amparadas pelo Estado, desde o início da gestão do MDB, seja com Renan Filho ou com Paulo Dantas.
Enfim, quem entrar nessa seara para levantar alguma crítica pode terminar dando um tiro no pé, ou venderá uma sensação de desinformação sobre as ações desenvolvidas pelo governo e que mudaram a segurança pública em Alagoas.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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