Politicando
Bombeiro Suzana fica só para o Senado ao perder as suplentes que tiveram candidaturas indeferidas
Contadora Eudes Emídio e empresária Floripes de Araújo não apresentaram documento de quitação eleitoral
A bombeiro militar Suzana Souda da Silva candidata ao Senado Federal pelo PMB está praticamente sozinha na disputa à vaga. Isso se deve porque, a Suzana Souza não vai poder contar com as duas suplentes. Tanto a primeira suplente, a contadora Eudes Emídio Silva da Rocha, quanto a segunda, a empresária Floripes de Araújo Orestes, tiveram as candidaturas indeferidas.
De acordo com processo de registro de candidatura, as duas suplentes da bombeiro Suzana Souza não apresentaram a prova de quitação eleitoral. No caso da empresária Floripes de Araújo, de acordo com a decisão da Justiça Eleitora, que analisou as documentações dela, além da possível ausência às urnas, ela não apresentou o pagamento da multa por supostamente ter faltado ao pleito.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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