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Collor questiona o porquê da construção de 7 hospitais e o abandono do HGE

Ex-presidente questionou o Governo do Estado durante entrevista à REDE ANTENA7

14/09/2022 07h07 - Atualizado em 14/09/2022 10h10
Collor questiona o porquê da construção de 7 hospitais e o abandono do HGE

O candidato ao Governo de Alagoas Fernando Collor de Mello (PTB) criticou os investimentos que estão sendo feitos para a construção de hospitais, enquanto que por outro lado, segundo ele, o Hospital Geral do Estado (HGE) segue sem atenção do poder público estadual. “Vamos investir em cinco, seis, sete hospitais. Espera aí! Por que não incluir nessa prioridade a solução do HGE? Um dinheiro do que foi investido nesses hospitais se resolveria os problemas do HGE”, disse Fernando Collor, em entrevista à REDE ANTENA 7, no programa ANTENA MANHÃ, de terça-feira (13).

Para Fernando Collor, ao invés de construir sete hospitais, fossem feitos seis e o dinheiro do sétimo poderia ser usado para solucionar os problemas do HGE. “Que se construísse seis hospitais e resolvesse a questão mais grave, que é o HGE. Isso é lógico”, ressaltou o pedetista que criticou as condições de trabalho que os profissionais da saúde estão submetidos, bem como os terceirizados. “Muitos terceirizados estão com três meses de atraso. E os médicos e os enfermeiros trabalham em regime extremamente cansativo”, disse.

Mostrando-se preocupado com o funcionamento dos hospitais entregues, Fernando Collor prometeu que irá priorizar a solução do HGE, caso seja eleito governador de Alagoas.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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