Politicando
Cunha diz ter experiência em gestão pública e garante: “Também peguei no batente”
O candidato ao Senado Federal disse que a atuação no Procon o credencia a se tornar gestor público
O candidato ao Senado Federal Rodrigo Cunha (União Brasil) afirmou que sua experiência no Procon o credencia como político com experiência em gestão pública. Além de ter ocupado o órgão estadual, o candidato pelo União Brasil disse ter especialização em gestão pública. “Fiz uma pós-graduação em gestão pública e também peguei no batente”, disse Cunha, em sabatina na rádio Novo Nordeste, de Arapiraca, na manhã desta quinta-feira (15).
Cunha ressaltou que não tem envolvimento com corrupção ou outras práticas ilícitas. “Não tenho experiência com algo errado. Nunca me envolvi em nada de errado. E por onde passei sempre tive o reconhecimento da população e reconhecimento nacional. A dois dias atrás, foi eleito no quarto ano seguido, como o melhor senador de Alagoas, no ranking dos políticos. Neste ranking, são avaliados critérios técnicos, como assiduidade, projetos apresentados, votações, se é envolvido em casos de corrupção, economia de recursos públicos e combate aos privilégios”, disse.
De acordo com o candidato ao Senado, o Procon foi o cartão de visita dele para se tornar o deputado estadual mais votado de Alagoas. “Quando assumi o Procon, o órgão atendia 1,5 mil pessoas por ano antes de mim. Na minha gestão, passou a atender 1,5 mil a cada 15 dias. Assim, passou a ser um órgão de utilidade pública, e abrimos mais de 25 postos no Estado. As pessoas sabem que Rodrigo Cunha fez um trabalho de gestão, entregou resultados, colocou a defesa do consumidor no mapa do Estado. Temos experiência no executivo. Gerimos um órgão público com excelência. Conseguimos fazer com que ele crescesse e que, principalmente, a população se sentisse abraçada com transparência, com dedicação”, disse Cunha.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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