Politicando
Dantas questiona Cunha o porquê de ir à Justiça para acabar com o pacto contra fome
O candidato à reeleição demostrou indignação com atitude do também postulante ao governo pelo UB
“Como é que você entra na Justiça para impedir que as pessoas mais carentes do estado de Alagoas deixem de receber as suas cestas básicas?”. A pergunta, que foi feita em tom de lamentação, é do candidato à reeleição ao Governo de Alagoas Paulo Dantas (MDB), contra a ação judicial movida por Rodrigo Cunha (União Brasil), também postulante ao Palácio República dos Palmares, para pôr fim ao pacto contra a fome. Na oportunidade, Dantas participava de sabatina no Programa Notícia Na Mira, da Rádio 96 FM, na segunda-feira (19).
Demonstrando indignação com a atitude de Cunha contra o programa social que doa cestas que consiste no maior conjunto de ações com a meta de mudar a realidade de centenas de milhares de alagoanos que vivem na extrema pobreza, Dantas afirmou: “Ele não está preocupado com os mais humildes, com os mais pobres”. perguntou.
De acordo com o candidato à reeleição ao governo, o doa 109 mil cestas básicas mensais e ainda disponibiliza dois restaurantes populares, que servem mais de cinco mil refeições por dia ao preço de R$ 2 cada. “O pacto contra a fome também prevê a continuidade do Programa de Aquisição de Alimentos, beneficiando aproximadamente seis mil agricultores familiares de forma direta e mais de 28 mil famílias de forma indireta, compreendendo produtores e consumidores; e a oferta de microcrédito de R$ 1 mil para iniciarem um pequeno negócio”, explicou.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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