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PT troca o tradicional e histórico vermelho pelo branco

Lula participa de evento político em Maceió a partir das 15h30

13/10/2022 10h10
PT troca o tradicional e histórico vermelho pelo branco

Cada vez mais o PT se distancia de uma de suas marcas: a cor vermelha. Isso está claro no chamamento para a visita do candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva em Maceió, nesta quinta-feira (13). De acordo com a convocação para o evento, eleitores, correligionários e apoiadores devem usar a camisa de cor clara. “Pelo amor e pela paz, vamos usar branco”, diz o texto do card que está circulando pelas redes sociais.

Para especialistas na área política, a preferência pela cor branca por petistas seria uma estratégia de marketing para separar a imagem de Lula do partido. Afirma-se que há a intenção de evitar que a rejeição pelo petismo se transfira para o ex-presidente, uma vez que as imagens de corrupção estão ligadas à sigla e a alguns movimentos sociais. Para se ter ideia, o pedido pelo uso da camisa branca para simbolizar paz faz parte da tática de mostrar a imagem pacífica o ex-presidente e de seus correligionários.

Mas há a expectativa de que eleitores tradicionais do PT devam ir de vermelho recepcionar Lula, no evento que terá concentração na Praça dos Martírios, a partir das 15h30. Caso aconteça, pode gerar incômodo e insatisfação por parte dos realizadores do evento e de quem chegar a ir com vestimenta branca.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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