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Reza a lenda que na Semana Santa peixe é doado com número e nome de candidato

Evento religioso tem víeis político em certos casos

09/02/2023 11h11
Reza a lenda que na Semana Santa peixe é doado com número e nome de candidato

Após o Carnaval, tem início a tradicional celebração cristã “Semana Santa”. Além de o ato religioso servir como um período de reflexão, penitência e jejum, o momento serve de palco às ações de políticos, que são apresentadas como ação de caridade.

Mas há aqueles que afirmam a atitude tem contornos de caridade, mas tem um víeis político. Reza a lenda que o peixe, que é doado, traz dentro da boca um papel com número e nome de candidatos às próximas eleições.

Para manter a tradição da Semana Santa, a Prefeitura de Anadia informou a aquisição de peixes, arroz e leite de coco para a distribuição às famílias carentes, durante as comemorações religiosas deste período, conforme consta na edição do Diário Oficial da Associação dos Municípios de Alagoas (AMA), desta quarta-feira (8).

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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