Politicando
Advogada de Rio Largo assume mandato na ALE e pode ser candidata a prefeita da cidade em 2024
Sâmea Mascarenhas foi a segunda suplente da chapa do Republicanos em 2022
A Assembleia Legislativa de Alagoas terá uma nova deputada estadual a partir da próxima sessão ordinária, dia 24. Trata-se da advogada Sâmea Mascarenhas, do Republicanos.
Sâmea teve 13.322 votos nas eleições de 2022, ficando na segunda suplência da chapa do Republicanos. Ela atua na área de direito previdenciário e mora em Rio Largo, onde também tem base política. Em 2020, Sâmea foi candidata à prefeitura, terminando com 3.757 votos.
A advogada assume a vaga do deputado Antônio Albuquerque, que teve licença apresentada à mesa diretora da ALE na sessão desta terça (17). Por motivos médicos e também pessoais, Albuquerque se ausenta da casa até 19 de fevereiro de 2024.
Como sabemos, a entrada de Sâmea na Casa de Tavares Bastos também tem um motivo político. Albuquerque mantém um acordo político com a suplente, que pode voltar a ser candidata à prefeitura de Rio Largo 2024, quando o atual gestor Gilberto Gonçalves (PP) não mais poderá concorrer.
Além de Rio Largo, Sâmea também é uma das lideranças do chamado "voto conservador" na região metropolitana da capital. A advogada é uma obreira da Igreja Universal do Reino de Deus, e também exerce a função de chefe de gabinete de outra liderança da igreja, o vereador Pastor Oliveira Lima, também do Republicanos.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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