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Pressão financeira: contas da capital não fecham e pressionam jovem secretário de finanças

Realidade das contas municipais é diferente da imaginada pela população

07/11/2023 17h05
Pressão financeira: contas da capital não fecham e pressionam jovem secretário de finanças

Apesar de jovem, João Felipe Alves, o atual dono da ‘chave do cofre’ na gestão do prefeito JHC, suporta neste momento uma pressão de gente grande para segurar as contas da capital. Isto porque a ‘fartura’ que muitos imaginam existir nas finanças municipais parece ser história da carochinha.

A verdade é que João Felipe vem se equilibrando na corda bamba, ‘cobrindo um santo para descobrir outro’, como se diz no ditado popular. Muitos credores já começam a chegar diretamente no prefeito para resolver a situação.

É fato que JHC confia no trabalho do seu secretário, mas na política há a velha máxima de que ninguém é insubstituível. João Felipe sabe disso, e sabe também que calote em ano pré-eleitoral é uma palavra que ninguém gosta de ouvir.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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