Politicando
Procura-se: senador Fernando Farias e deputado Luciano Amaral passam o ano de 2023 sem dar as caras
Ambos mostraram pouco suas opiniões acerca dos temas importantes que estavam em discussão no país
O senador Fernando Farias (MDB) e o deputado federal Luciano Amaral (PV) formam uma dupla perfeita quando o assunto é participar das sessões como mero espectador. Ninguém ouve ou vê falar desses representantes, que durante um dos momentos em que a população local mais precisou, simplesmente sumiram.
Enquanto no Senado Federal vemos embates entre os senadores Rodrigo Cunha e Renan Calheiros, cada um defendendo um ponto de vista sobre o caso Braskem, o senador Fernando Farias, suplente de Renan Filho, senta e assiste de longe o circo pegar fogo.
Em 2023, Fernando Farias não foi discursar uma vez sequer no Plenário do Senado Federal, como comprova os dados disponibilizados pelo Portal de Transparência do Senado.
O senador emedebista relatou apenas 13 projetos durante todo ano de 2023. O balanço anual de participações do senador no ano passado é tão curto que os interessados em comparar com outros parlamentares podem até achar que os dados estão incompletos.
Já o deputado federal, Luciano Amaral (PV), tem até uma vantagem referente ao senador Farias: o verdinho subiu quatro vezes ao plenário da Câmara para mostrar às pessoas suas considerações.
Luciano Amaral relatou três projetos e chegou a apresentar 50 propostas legislativas em 2023. Os dados estão disponíveis no site da Câmara de Deputados.
O fato curioso é que Luciano Amaral esteve presente em todas as sessões no Congresso Nacional, mas a impressão que dá é que o deputado vai às sessões para rever os colegas políticos.
Talvez, ambos citados decidam se movimentar quando estiver mais próximo das eleições gerais de 2026.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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