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Aldo Rebelo assume secretaria que era de Marta Suplicy em São Paulo

Aldo Rebelo é alagoano e já foi ministro dos governos Lula e Dilma

18/01/2024 16h04 - Atualizado em 18/01/2024 16h04
Aldo Rebelo assume secretaria que era de Marta Suplicy em São Paulo

O alagoano Aldo Rebelo, ex-ministro dos governos Lula e Dilma, aceitou o convite do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), para assumir a secretaria que foi deixada por Marta Suplicy.

Aldo Rebelo informou que foi convidado para assumir a secretaria e que vai se licenciar do PDT para assumir a função.

“Recebi convite do prefeito Ricardo Nunes para uma secretaria na cidade de São Paulo. Decidi aceitar. Em comum acordo com o presidente Lupi, pedirei licença do PDT no período que ocupar a função”, escreveu no antigo Twitter.

Marta Suplicy deixou o cargo após aceitar ser candidata a vice-prefeita de São Paulo junto a Guilherme Boulos. Tanto a ex-prefeita Suplicy, quanto a Prefeitura, informaram que a demissão foi em comum acordo.

O PDT já declarou seu apoio à candidatura de Boulos e Suplicy para a capital paulista.

Tuíte onde Rebelo explica sobre ter aceito o convite de Nunes (Foto: Redes Sociais)

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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