Politicando
Vereadora pode deixar base da prefeita e ser nome da oposição em São Luís do Quitunde
Vicka Pacheco pode unir oposição na cidade e contar com apoio de Arthur Lira
Na reta final do seu segundo mandato, a atual gestora de São Luís do Quitunde, Fernanda Cavalcante (MDB), pode ter uma forte adversária na disputa majoritária de 2024, quando deve lançar sua prima, Márcia Cavalcante.
A novidade dos últimos dias é que dois grupos políticos da cidade podem se unir, e lançar uma candidatura única para desafiar Márcia. Segundo os bastidores, a atual vereadora Vicka Pacheco (MDB) é o nome de consenso neste grupo.
Se as articulações prosperarem, Vicka deixaria o MDB e seria candidata da oposição, lançada pelo grupo liderado pela família Cordeiro com o apoio do deputado federal Arthur Lira. O presidente da câmara tem interesse em ‘bater chapa’ em alguns municípios onde o calheirismo tem força.
Recentemente, pesquisas internas deram boa votação para a vereadora, que chegou a se animar por uma disputa majoritária mas foi preterida pelo então líder do seu grupo político, o ex-prefeito Cícero Cavalcante. Pragmático, Cavalcante escolheu para a sucessão uma pessoa do núcleo familiar, a sobrinha Márcia.
Além de Lira e do ex-prefeito Júnior Pedro, o nome de Vicka contaria ainda com o apoio do atual vereador Waldo, também do MDB.
Cícero Cavalcante vem liderando um forte grupo político na região norte do estado, que além de São Luís do Quitunde conta com nome em Matriz do Camaragibe.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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