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Como ex-presidente, Collor comparece à posse de Flávio Dino como ministro do STF

Cerimônia aconteceu nesta quinta (22) em Brasília

23/02/2024 17h05 - Atualizado em 23/02/2024 17h05
Como ex-presidente, Collor comparece à posse de Flávio Dino como ministro do STF

Valendo-se da condição de ex-presidente da República, Fernando Collor esteve nesta quinta-feira (22) na posse do novo ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, na sede do STF em Brasília.

Discreto, Collor sentou-se na primeira fileira de autoridades, ao lado do vice-presidente da República Geraldo Alckmin e da primeira dama do país, Janja Lula. O assento do ex-presidente estava reservado.

Dino não citou a presença do alagoano, mas Collor foi saudado pelo atual presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso. “Gostaria de registrar a maciça presença, uma lista que não para de aumentar. Queria cumprimentar o sr ex-presidente da República Fernando Collor”, disse.

Collor foi o único ex-presidente que compareceu ao cerimonial. José Sarney, Fernando Henrique Cardoso, Dilma Rousseff, Michel Temer e Jair Bolsonaro não foram ao local. Bolsonaro, aliás, é réu em ações que tramitam na corte, que serão apreciadas por Dino.

O novo ministro também irá se debruçar sobre o caso de Collor, que foi condenado pelo Supremo a oito anos e dez meses de prisão, e tem neste momento um recurso em aberto na própria corte, aguardando liberação de Dias Toffoli, que pediu vistas.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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