Politicando
Quatro meses após perder vaga na câmara, Alan Balbino é exonerado de cargo na prefeitura
Suplente era assessor comissionado da Secretaria Municipal de Gestão Pública
Após perder a vaga de vereador de Maceió por não permanecer na bancada de oposição ao prefeito JHC (o titular, Kelmann Vieira, retornou à câmara), Alan Balbino foi exonerado da função que havia assumido na prefeitura de Maceió assim que deixou a Casa de Mário Guimarães.
Não se sabe se a exoneração foi uma antecipação do afastamento por conta do período eleitoral, já que Balbino é pré-candidato a vereador nas eleições deste ano, ou se por alguma rusga com a gestão municipal - o fato é que, pela lei, ele teria até 90 dias antes das eleições para afastar-se da função.
O suplente ficou pouco mais de três meses no cargo de confiança interno, nomeado para assessoria executiva código NES III, com vencimentos de cerca de 16 mil reais mensais. Sua lotação era a Secretaria Municipal de Gestão Pública, SEMGE.
Balbino é um dos que figuram na lista de possíveis candidatos no ‘chapão da morte’ do PL, que tem cerca de 12 vereadores de mandato e mais alguns fortes candidatos com potencial de vitória.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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