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Candidata de Renato Filho no Pilar, Fátima Rezende vai assinar ficha de legenda - e não é o MDB

Sucessora do atual prefeito deve ser candidata pelo PP de Arthur Lira

07/03/2024 17h05 - Atualizado em 07/03/2024 17h05
Candidata de Renato Filho no Pilar, Fátima Rezende vai assinar ficha de legenda - e não é o MDB

Após idas e vindas, ao que parece o prefeito de Pilar, Renato Filho, bateu o martelo. Sua sucessora, atual chefe de gabinete da prefeitura Fátima Rezende, vai mesmo para a legenda de Arthur Lira, o PP. A decisão já foi tomada, e Fátima será uma das presentes ao ato de filiação desta quinta (07) na capital alagoana.

O ato de Fátima e Renatinho é uma resposta clara à postura do governo do estado, que tem feito ‘jogo duplo’ com os grupos políticos da cidade. Além de conversar com Renato, Dantas tem enviado secretários a Pilar, que andam aparecendo em fotos e vídeos com Thais Canuto, potencial adversária de Fátima em outubro.

Aliás, a postura do ‘pé em duas canoas’ do governo do estado não acontece somente em Pilar. É uma estratégia de Paulo Dantas que vem sendo adotada em vários outros municípios - sabe-se lá, entretanto, como o governador vai mantê-la até outubro.

Além do componente político, outro aspecto que parece mexer com a decisão de Renato é o emocional, considerando a força que o Palácio Zumbi dos Palmares vem dando à gestão de Ceci Hermann em Atalaia - hoje convertida em inimiga número um do gestor pilarense.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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