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Carlos Gonçalves deixa a Secretaria de Governo para focar em sua campanha a prefeito de Rio Largo

Secretários que pretendem disputar as eleições, devem deixar o cargo de chefia com até seis meses de antecedência

02/04/2024 11h11 - Atualizado em 02/04/2024 12h12
Carlos Gonçalves deixa a Secretaria de Governo para focar em sua campanha a prefeito de Rio Largo

Carlos Gonçalves, sobrinho do atual prefeito de Rio Largo, Gilberto Gonçalves, deixou a Secretaria Municipal de Governo, para focar em sua pré-candidatura ao executivo do município.

Nas redes sociais, Carlos agradeceu pelo período em que esteve à frente da pasta e deixou claro que vai continuar ao lado de seu tio, Gilberto Gonçalves, da deputada estadual Gabi Gonçalves, e do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira.

Além de focar na eleição em outubro, a saída de Carlos Gonçalves da Secretaria de Governo, atende à Legislação Eleitoral, que pede que pessoas que ocupam cargo com posição de chefia dentro da administração pública e desejam disputar um cargo eletivo, deixem o posto com até seis meses de antecedência.

Levando em consideração o dia do primeiro turno das eleições 2024, que será em 06 de outubro, funcionários públicos em cargo de chefia devem deixar seu posto até o próximo dia 06 de abril.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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