Politicando
MDB considera outras opções caso aliança com PT na capital não se concretize
Kátia Born pelo PDT ou um nome do PSB podem ser utilizados na função
Após o ‘esfriamento’ dos nomes petistas para a candidatura à vice de Rafael Brito à prefeitura de Maceió, o MDB passa a considerar também outras possibilidades, bem como outras legendas para o preenchimento da vaga.
Óbvio que esta é uma discussão que corre internamente, pelo fato de ainda haver tempo hábil para uma palavra final, até as convenções partidárias entre o final de julho e o início de agosto.
Partidos da base aliada de Paulo Dantas, como o PDT de Ronaldo Lessa, já ofereceram nomes para a função. E o partido do vice-governador trabalha com o nome da ex-prefeita Kátia Born para uma eventual indicação, caso ela lhe seja dada.
Born foi prefeita de Maceió duas vezes, e bateu na trave na eleição para a câmara federal. Logo depois, rodou o estado como gestora pelo interior, e hoje é secretária de desenvolvimento social do estado.
Se por motivos distintos, nem PT nem PDT emplaquem alguém na função, existe ainda a solução ‘caseira’ - que viria do PSB, partido-satélite do governador Paulo Dantas, hoje gerido pela dupla Vítor Pereira/Gustavo Pessoa.
O ‘plano A’ de Rafael Brito, segundo os bastidores, continua sendo a indicação de um petista vinculado à educação. No entanto, Brito e o MDB tratam a questão com bastante cautela, considerando que recentemente o PT local reafirmou de forma veemente que terá nome na disputa majoritária da capital.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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