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Renan Filho cogita voltar a disputar governo de AL em 2026, diz colunista

Atual ministro de Lula vê retorno ao estado como um ‘plano B’ nas próximas eleições estaduais

17/06/2024 17h05
Renan Filho cogita voltar a disputar governo de AL em 2026, diz colunista

A política, as relações de poder e as eleições de 2026 em Alagoas continuam a despertar o interesse da mídia nacional - desta vez, do colunista político Igor Gadelha, do portal Metrópoles.

Em sua apuração, o profissional afirma que descobriu junto a fontes em Brasília, que o ex-governador Renan Filho (MDB) pode sim assumir a tarefa de ser o candidato governista à sucessão de Paulo Dantas em 2026.

O jornalista, entretanto, ressalva que esta não é a primeira opção do atual ministro dos transportes, segundo contam as fontes. Hoje com projeção nacional, Renanzinho gostaria de continuar por mais algum tempo no centro do poder.

O ministro trabalha para, como plano A, ser um possível vice de Lula em sua reeleição ao Palácio do Planalto - e logo após a aposentadoria do presidente, quem sabe, assumir uma candidatura majoritária nacional.

No entanto, Renanzinho pode retornar ao estado por um motivo quase pessoal: ajudar o pai, Renan Calheiros, a conseguir mais um mandato como senador, tarefa que não será tão fácil considerando os demais nomes que se projetam atualmente.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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