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Após briga familiar, Ângela Vanessa terá Ravena Valença como vice em São José da Laje

Ex-prefeito e esposo de Ângela, Neno da Laje chega a acordo político com filhos

23/08/2024 17h05
Após briga familiar, Ângela Vanessa terá Ravena Valença como vice em São José da Laje

Após momentos de muita tensão, com direito a intervenção do deputado federal Arthur Lira (PP) para acalmar os ânimos, o pleito eleitoral em São José da Laje parece ter trazido novamente a paz no seio da família do ex-prefeito Neno.

O líder político da cidade, que foi prefeito por duas vezes e indicou para o cargo a atual prefeita Ângela Wanessa, enfrentava uma disputa interna com o próprio filho Rodrigo Valença, que chegou a lançar a irmã, Ravena, contra a reeleição da madrasta.

Com a intervenção de Lira e a devida ‘lavação de roupa suja’, Neno e Rodrigo finalmente chegaram a um acordo: Ângela vai para a reeleição com apoio de Rodrigo, que indica Ravena Valença (ou ‘Ravena de Neno’) como a vice na chapa.

Rodrigo foi o prefeito da Laje (indicado pelo pai, Neno) até 2020, e disputou a eleição para deputado federal em 2022, sendo bem votado na região e tornando-se o primeiro suplente de Alfredo Gaspar no União Brasil. Saiu fortalecido do processo e quis, por um momento, desafiar a liderança do próprio pai.

Se a contenda familiar está resolvida, ainda é um mistério. Mas externamente, a paz voltou a reinar - e a família já pede voto junta na cidade, que tem como adversária uma candidata do PL de JHC, a vereadora Fabrícia Veras.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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