Politicando
Pesquisa Global 3 em Marechal Deodoro: André Bocão lidera com 59,4%; Júnior Dâmaso de 27,6%
Primeira pesquisa da corrida eleitoral na cidade mostra diferença de mais de 30 pontos entre Bocão e Dâmaso
A mais recente pesquisa do Instituto Global 3 realizada em Marechal Deodoro, mostra que o vereador e candidato a prefeito André Bocão (MDB) inicia a campanha com boa dianteira em relação ao candidato de oposição, Júnior Dâmaso (Republicanos).
Na pesquisa estimulada, onde o pesquisador apresenta os nomes dos candidatos aos entrevistados, André Bocão (MDB) tem 59,4% das intenções de voto, contra 27,6% de Júnior Dâmaso (Rep). Outros 3,3% votam em branco ou nulo, enquanto outros 9,7% não sabem ou não responderam.
Júnior Dâmaso (Rep) é o candidato mais rejeitado pelos eleitores deodorenses, com 39,9%. André Bocão tem 19,2% nesse item da pesquisa. Outros 3,5% apontaram que não rejeitam nenhum deles ou rejeitam todos, e 37,5% não sabem ou não responderam.
Os números do levantamento apontam uma grande aprovação à gestão do atual prefeito, Cacau (MDB). De acordo com a pesquisa, 82% aprovam a gestão do atual prefeito, enquanto 10,2% desaprovam. Existem ainda outros 7,8% que não sabem ou não responderam.
A Global 3 realizou a pesquisa entre os dias 17 e 19 de agosto, com 651 eleitores acima dos 16 anos, em 25 localidades da cidade e zona rural. A margem de erro do levantamento é de 3,5% para mais ou para menos. O registro no TSE tem número AL-09274/2024.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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