Politicando
Rony Camelinho volta atrás e desiste de concorrer à Prefeitura de Maceió
A Justiça Eleitoral impugnou a candidatura de Camelinho
O candidato Rony Camelinho (Agir) anunciou sua desistência da corrida pela Prefeitura de Maceió nessa segunda-feira (16). A decisão do candidato vem após a Justiça Eleitoral ter impugnado sua candidatura por irregularidades na prestação de contas.
O candidato do Agir havia dito que iria recorrer da decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL), mas a corte manteve o indeferimento da candidatura de Rony.
A renúncia foi formalizada e homologada pela juíza Nirvana Coêlho Bernardes de Mello, da 1º zona eleitoral, que colocou um ponto final no processo.
O Agir, partido de Rony Camelinho, poderia apresentar um substituto para disputar a vaga até o dia 16 de setembro, no mesmo dia em que o candidato renunciou. Até o momento, não há informações sobre um substituto que ocupe a vaga de Camelinho.
Com a renúncia, a disputa pela cadeira de prefeito da capital alagoana conta com cinco candidatos: João Henrique Caldas (PL), Lenilda Lula (UP), Lobão (Solidariedade), Nina Tenório (PCO) e Rafael Brito (MDB).
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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