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Kil Freitas pode renunciar nos últimos meses de mandato e ‘tomar’ quatro anos de Junior Menezes

Atual gestor ainda tem pouco mais de dois meses de mandato

14/10/2024 17h05
Kil Freitas pode renunciar nos últimos meses de mandato e ‘tomar’ quatro anos de Junior Menezes

Voltou a ganhar força, após o fechamento das urnas e a vitória de Júnior Menezes (MDB) em União dos Palmares, o desejo do atual prefeito, Areski Freitas (MDB) em deixar o cargo de prefeito ainda antes do final do seu mandato, em 31 de dezembro.

O movimento político de Kil, que gostaria de ser chamado para uma secretaria de estado no governo Paulo Dantas, pode atingir em cheio o prefeito eleito Júnior Menezes, e uma articulação eleitoral que já passa por 2028, quando haverá a próxima eleição para a prefeitura de União.

Acontece que se Kil renunciar ainda neste mandato e Menezes assumir o posto, será prefeito efetivo ainda neste período, e seu mandato que se inicia em janeiro de 2025 já será considerado uma reeleição.

Sendo assim, Menezes não poderia mais candidatar-se à prefeitura nas eleições de 2028, abrindo espaço para o retorno de… Kil Freitas. Ou seja, a renúncia agora faria com que as portas estivessem abertas para a volta do atual prefeito daqui a apenas quatro anos.

Nos bastidores, a movimentação de Kil nesse sentido não está sendo bem vista por Júnior Menezes, já que não foi combinada com ele ainda no período de campanha. Prefeito efetivo e eleito não falam publicamente, mas o clima entre eles pesou após o desejo de Kil se tornar público.

A prioridade do atual prefeito neste momento, conforme ele mesmo já declarou em entrevista à Rede Antena 7, é viabilizar-se como candidato a deputado estadual em 2026. No entanto, um retorno ao executivo palmarino também estaria no radar de Kil, especialmente em caso de derrota nas urnas.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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