Politicando
Paulo Dantas pode lançar nome ‘seu’ para a Câmara Federal em 2026
Mesmo que fique até o final do mandato, governador pretende ter uma vaga ‘sua’ na câmara dos deputados
Mesmo que se movimentando timidamente com vistas à 2026, o núcleo mais próximo do governador Paulo Dantas (MDB) trabalha com um ‘plano A’ para as eleições de 2026: o de que Dantas - ou alguém diretamente indicado por ele - irá para as urnas daqui a dois anos.
A ideia do bunker do governador é que ele dispute uma vaga na Câmara Federal em 2026 - para isso teria que renunciar ao mandato até seis meses antes do pleito. Mas também é certo que ele só irá para o desafio se o vice, Ronaldo Lessa, também renunciar ao cargo
Caso Lessa fique onde está, forçando Paulo a também permanecer no governo até o fim do mandato, a ideia é lançar um ‘fiel escudeiro’ para a Câmara Federal - nos mesmos moldes que Marcelo Victor, que tem Luciano Amaral como um extensão de seu grupo na Câmara.
Candidatos a ser este nome? há vários, mas ainda não há uma definição do grupo e nem mesmo do próprio Dantas. A ideia é verificar até onde o vice-governador está disposto a permanecer junto com Paulo até o final do mandato, ou de ceder e disputar algum outro posto, o que deve ser medido ao longo de 2025.
O fato concreto é que o atual mandatário estadual participará da eleição de 2026; seja diretamente ou apadrinhando a candidatura de um afilhado político. Seja quem for, já é um nome fortíssimo para vencer a disputa.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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