Politicando
Rafael Brito elogia atual secretária e nega retorno para a secretaria de educação do estado
Deputado diz que vai contribuir melhor para o estado continuando em Brasília
Presente ao ato de filiação de prefeitos ao MDB na manhã desta terça-feira (21) em Maceió, o deputado federal Rafael Brito (MDB) negou que haja qualquer negociação entre ele e o governo do estado para o seu retorno à secretaria de educação.
“Por enquanto, só especulação. Não houve nenhuma conversa nesse sentido, a secretária Roseane tem desempenhado um bom trabalho. Tivemos o maior IDEB da nossa história, então não há nada em relação a isso, a gente nunca conversou sobre esse assunto. A gente tem um trabalho a desempenhar em Brasília, estou muito feliz e por lá, é o melhor caminho para contribuir com Alagoas”, afirmou.
O retorno de Brito passou a ser cogitado após a informação de que ele havia vetado o nome de Kil Freitas (MDB), ex-prefeito de União dos Palmares, para desempenhar a função. Kil é um dos ex-gestores municipais que devem assumir postos no governo com a reforma do secretariado de Paulo Dantas.
Mesmo com a negativa do deputado, ainda é uma incógnita o futuro da pasta de educação do estado, que pode ser mantida nas mãos de Roseane Vasconcelos, considerada uma indicada de Rafael Brito; mudar de ‘padrinho’ e ficar com Kil Freitas; ou até mesmo ficar com Brito, que seria convocado por Dantas para a missão.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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