Politicando
Marquinhos Beltrão pode ser o nome da família para a disputa de uma cadeira na ALE em 2026
Irmão do prefeito de Coruripe, Marcelo Beltrão, pretende retomar vaga que já foi da família na Assembleia
A reintegração do prefeito de Coruripe, Marcelo Beltrão, nas fileiras do MDB alagoano desperta os olhos da política para o ano de 2026, onde os Beltrões certamente estarão novamente na disputa eleitoral.
Com a situação estabilizada na relação entre os dois ramos da família, é pouco provável que os irmãos Marcelo e Március entrem de alguma forma na disputa para a Câmara Federal, onde o candidato natural é o primo, Marx Beltrão (PP).
Dessa forma, Marcelo deve mesmo concentrar-se em dar suporte na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa (ALE), espaço que ele mesmo ocupou durante dois anos, entre 2019 e 2020, até eleger-se prefeito de Coruripe pela primeira vez.
E quem será o candidato do prefeito? Os bastidores indicam que, se as eleições fossem hoje, seria o outro irmão, Marquinhos Beltrão, o nome a disputar uma vaga na ALE. Cotado para assumir a candidatura em Penedo nas eleições de 2024, ele aparece mais uma vez como Beltrão mais provável nas urnas.
Március, dessa vez, corre por fora. Derrotado nas eleições em Penedo após romper com Ronaldo Lopes, a ideia é ‘descansar’ a imagem do ex-prefeito, que pode reaparecer como candidato em futuras disputas.
Após a pacificação entre os ramos da família, os Beltrões vão lentamente reconquistando as prefeituras do litoral sul alagoano. Apesar da derrota em Penedo, o grupo conseguiu vitórias em Coruripe, Feliz Deserto, Jequiá da Praia e Piaçabuçu - além de eleger a ex-prefeita Jeanine Beltrão (PL) vereadora por Maceió.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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