Politicando
Com Tereza Nelma, MDB quer formar ‘chapão da morte’ para 2026
Ex-deputada está em vias de assinar ficha do partido do senador Renan Calheiros
O retorno da ex-deputada Tereza Nelma, que volta a Alagoas para assumir uma secretaria no governo Paulo Dantas (MDB), tem como meta o lançamento da sua candidatura à deputada federal em 2026, cargo que ocupou por um mandato entre 2019 e 2022.
Junto ao convite para compor o primeiro escalão do governo, Nelma recebeu também um outro pedido: o de filiação ao MDB, do governador Paulo Dantas e Renan Calheiros. Apesar de ter outras possibilidades em outras siglas, o acerto com os emedebistas é o desfecho mais provável.
Uma vez filiada ao MDB, Tereza terá uma missão que vai tomando corpo para 2026. Concorrer à Câmara Federal em um ‘chapão da morte’, que vai sendo desenhado pelo MDB com intuito de pelo menos dobrar sua bancada em relação a 2022.
Isto porque Rafael Brito e Isnaldo Bulhões já são pré-candidatos à reeleição. E Olavo Neto, ex-prefeito de Murici por dois mandatos, pode ser uma novidade da família Calheiros. Tereza seria o quarto nome forte no grupo, restando pouco mais de um ano para a campanha.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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